PT quer manter texto do marco fiscal aprovado no Senado


Segundo Zeca Dirceu, as mudanças feitas pelos senadores são positivas; Deputados devem discutir propostas nesta semana

O PT (Partido dos Trabalhadores) quer aprovar na Câmara dos Deputados ou o quadro fiscal com as mudanças feitas pelo Senado. A informação foi dada ao líder do partido na Casa Baixa, deputado Zeca Dirceu (PT-PR).

“É o desejo da bancada. Mas, se for preciso ceder, faremos isso para aprovar”, disse. Para aprovar o texto, porém, será preciso antes votar o projeto de lei do CARF (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais). Como uma medida tramita no regime de urgência constitucional, não foi votada há 45 dias e agora bloqueia as pautas da Câmara e impede a votação de outras matérias.

O presidente da Câmara disse não se comprometer a votar o texto na 3ª feira (4 de julho). O relator do projeto, deputado beto pereira (PSDB-MS), apresentei sua opinião na noite desta 2ª feira (3 de julho). ou congressista Deu ao governo ou voto de qualidade em caso de empate, os julgamentos do órgão.

Também aceite ou acordo Feito entre o Ministério da Fazenda e OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). Entretanto, ainda não há consenso sobre o assunto. As lideranças partidárias se reúnem na 3ª feira (4 de julho) como relatores do PL do Carf, arcabouço fiscal e reforma tributária para discutir o consenso sobre as propostas.

Dirceu afirmou que o quadro fiscal é o projeto de governo na Câmara que tem maior “consenso” e se preocupa menos com o governo porque mesmo que os deputados aprovem o texto que saiu da Câmara, não será uma “derrota”.

A la fala vai na linha do que disse na semana passada o líder do Governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE). Para ele, tanto o texto que saiu da Câmara quanto o aprovado pelo Senado eram bons ao governo. O relator do quadro fiscal na Câmara, deputado Cláudio Cajado (PP-BA), é contra incluir as mudanças feitas pelos senadores.

Os deputados dizem que querem aprovar tudo nesta semana, mas há muita divergência, principalmente em relação ao Carf e à reforma tributária. Diversos segmentos e alas do mundo político são críticos à mudança tributária. Na 3ª feira (4 de julho), prefeitos e governadores vão a Brasília pressionar os deputados por alterações no projeto.



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