Deputadas lançam frente para impulsionar negócios de mulheres


Bloco parlamentar é composto por 205 parlamentares; É presidido pelo deputado Any Ortiz

Os congressistas lançaram esta 4ª feira (5 de julho de 2023) na Frente Parlamentar da Mulher Empreendedora. O objetivo é criar um melhor ambiente de negócios para quem abre ou quer abrir uma empresa. O bloco é formado por 187 deputados e 18 senadores.

“O empresário acaba por empreender por necessidade, não por oportunidade. Nosso objetivo é ajudar a construir um ambiente de negócios melhor, com mais liberdade econômica, menos burocracia”diga para Power360 o presidente enfrenta, o deputado Qualquer Ortiz (Cidadania-RS).

Segundo o parlamentar, à sua frente iniciou um trabalho de pesquisa para selecionar os projetos de lei em tramitação no Congresso endereçados às mulheres empresárias para acompanhá-los.

O deputado disse que o bloco vai dialogar com outras frentes parlamentares de empreendedorismo que já existem no Congresso Nacional e como Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas). Any Ortiz também é membro da FPE (Frente Parlamentar do Empreendedorismo).

Durante o evento de lançamento, o deputado disse: “Nosso papel é incentivar cada vez mais pessoas a buscarem sua liberdade financeira e buscarem o sustento de sua família por meio do empreendedorismo. Buscamos parceiras que entendam que a mulher tem que exercer esse papel: buscar o empreendedorismo não só por necessidade, mas para promover essa oportunidade, não empreendedorismo”.

“MERECEU”

Na cerimônia, a diretora de Administração e Finanças do Sebrae, Margarete Coelho, afirmou que as empresárias são “desamparado” pela legislação.

Segundo Margarete, as leis destinadas à população feminina são “meramente proposital”semana “nenhuma seguiu”. Ele defendeu a adoção de fundos de apoio às mulheres empreendedoras, além de operações de crédito com contratos e prazos diferenciados.

Segundo o Sebrae, com base em dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 51% dos empresários brasileiros ocupam o cargo de “chefe de cozinha”. Assim, essas mulheres dedicam menos horas de trabalho por semana ao próprio negócio.

“As mulheres estão abrindo um negócio por necessidade, por falta de oportunidade, porque não vão adaptar o horário aos afazeres de casa. Eles têm 17 horas semanais, exceto em suas empresas. Isso é muito tempo para a empresa”ele disse.

Em 2022, o Brasil atingirá a marca de 10,3 milhões de mulheres à frente de um negócio, o maior número da série histórica. Isso significa que as mulheres representam 34,4% do universo de doadoras de empresas no país.



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