Crédito para carros esgota enquanto benefício para ônibus é subutilizado


Benefício para carros populares ou valor máximo de R$ 650 min neste dia 6 (7 de julho); O ônibus ainda não tem 50% da meta

Após 33 dias, acabou o crédito tributário de R$ 650 milhões para desconto em carros populares. Por outro lado, o benefício de R$ 300 milhões para a renovação da frota de ônibus e transportes similares ainda não chega a 50% de aproveitamento. Já para as rodovias, o aproveitamento do crédito foi ainda menor: apenas R$ 100 mil dois R$ 700 mil reservados para utilização.

O valor que totaliza R$ 1,8 bilhão é resultado do programa do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) Lançado em Junho para dinamizar a indústria automóvel. Para os carros, foram destinados R$ 800 mil, sendo dois deles R$ 150 mil descontados para compensar a perda do aluguel com PIS (Programas de Integração Social), Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) e IPI (Imposto sobre Produtos) industrializado).

ÔNIBUS

De acordo com os dados mais recentes da doutor (Ministério da Indústria e Comércio), foram utilizados R$ 140 mil de crédito para veículos de transporte de passageiros. Ou vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSD), falou sobre as diferenças ao anunciar o evento para veículos leves na 6ª feira (7 de julho de 2023).

Na avaliação de Alckmin, os donos de ônibus enfrentam uma burocracia demorada para tirar de circulação os veículos ociosos e com os quais estão beneficiando diretamente a troca por novos.

Ainda assim, para NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos) afirma que o problema está na modelagem do programa.

O presidente da NTU, Francisco Christovam, disse um ano power360 O impacto que ele mede para a maioria dos dois brasileiros que usam os ônibus será mínimo, porque o projeto determina que o desconto seja aplicado ao caminhão-ônibus com mais de 20 anos de circulação, até a idade média atual do ônibus que trafegam no país é menino de 8 anos, defende.

Além do descompasso na idade dos veículos, ou valor de R$ 300 mil é considerado muito baixo para os pais do setor. Segundo Christovam, um novo ônibus para transporte de passageiros custa em média R$ 700 mil e uma recente determinação para um caminhão com motores de tecnologia menos poluente Euro 6 encarece em 20% o chassi de dois veículos.

Na visão de Christovam, a iniciativa do governo beneficiará apenas pessoas físicas que possuem ônibus antigos, mas não será aplicada com eficiência na renovação de frotas urbanas.

Diante do cenário, a NTU desenvolveu um projeto de modernização da frota nacional. Este plano tem como meta substituir cerca de 31.000 autocarros antigos por autocarros novos, ou seja, reduzir a idade média actual de 8 anos para 5 anos.

Essa proposta representa um investimento da ordem de R$ 23 bilhões, se a substituição dos ônibus padrão Euro 3 por Euro 6, ou de R$ 29 bilhões, se 20% das substituições forem por ônibus elétricos. O projeto foi apresentado ao governo em 31 de maio.

bolsa de transporte

Além da renovação da frota para veículos menos poluentes, a NTU também propõe a criação de um programa de inclusão para permitir deslocamento, com transporte público gratuito, para beneficiários do Bolsa Família.

Chamado de Bolsa Transporte, o projeto visa atender 15 mil pessoas, de 18 a 64 anos, cadastradas como não-cadûnico e residentes em cidades com transporte público regularizado.

No entanto, esse programa exigirá um aporte anual, que varia de R$ 7 bilhões para 2 gratificações semanais a R$ 29 bilhões para 8 viagens semanais. A Bolsa de Transporte foi também apresentada ao governo na mesma data do projeto de renovação da frota da NTU.



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