Condições estão dadas, diz Fazenda sobre corte da Selic


Secretário de Política Econômica, Guilherme Mello, defende que risco de descontrole do investimento público está superado

O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, disse que como “condições são dadas” para um possível corte do imposto básico, para a Selic, e a harmonização das políticas fiscal e monetária. Citei o melhor quadro fiscal e a curva do júri futuro, assim como a inflação que restou.

Segundo Mello, ou o próprio BC (Banco Central) reconhece que o risco de investimento público incontrolável está superado. “Dadas as condições fiscais, de sustentabilidade fiscal, hoje o próprio Banco Central admite que os riscos, que o chamam risco de fluxo, de descontrole da divisão, estão superados. O plano do fundo fiscal está construído e as condições estão dadas”disse ou secretário.

Ele participou da reunião desta 2ª feira (3 de julho de 2023) do CDESS (Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável), ou Conselhão. Ó Ministro da Fazenda, fernando haddad, não compareceu porque estava no velório da mãe, Norma Theresa Goussain Haddad, falecida na noite de domingo (2 de julho de 2023), em São Paulo, aos 85 anos. Ela lutava contra um câncer há 3 anos, segundo o conselheiro de Haddad.

Comparecer à reunião:

Mello diz que as condições são “dado“Mesmo com a inflação sobrando, só consigo comprar dois preços de alimentos. “Inflação não atacada [está] negativo. Estamos verificando deflações sucessivas nos indicadores. Ás condições [estão] propícias a um ciclo de harmonização da política macroeconômica como um todo, entre política fiscal e monetária, são dadas”, defendeu.

Segundo ele, a decisão do CMN (Conselho Monetário Nacional) em definir uma meta contínua para a inflação é um “melhoria” e deve auxiliar o processo de harmonização das políticas fiscal e monetária.

Mello declarou que havia um otimismo”muito visível“Entre os investidores estrangeiros no início do ano, mais do que houve desconfiança no Brasil. Agora, disse que o cenário é outro e que o governo conseguiu virar ou jogar. “Está tudo pronto para a retomada de dois investimentos”, afirmei.

O secretário afirmou que é importante harmonizar a política macroeconômica. Ele falou que a Fazenda dá trabalho”muito difícil” no campo fiscal para voltar à sustentabilidade das contas públicas. Em segundo lugar, a tarefa está sendo feita sem aumentar o número de impostos ou alíquotas de dois impostos já existentes.

CONSELHÃO

Além de Guilherme Mello, participou do encontro o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilhae o Secretário Especial de Reforma Tributária, Bernard Appy.

Padilha defendeu um esforço concentrado para votar importantes diretrizes econômicas nesta semana. A Câmara vai começar a analisar, em 1º lugar, o projeto de lei do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais). “É um projeto de lei que está bloqueando o padrão neste momento”, declarou o ministro.

Os deputados também vão analisar posteriormente o novo quadro fiscal e a reforma tributária na Câmara. “Reunião de ontem dita com decisão e orientação de dois dirigentes só para encerrar uma semana após votação da reforma tributária na Câmara”, declarou Padilha.



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